
Antigo Religião é Veneno
Ciência: ATILA IAMARINO - Autoritarismo necessário
Autor: ENCOSTO | Categoria: Ciência, Tecnologia e Saúde | Exibições: 276 Comentários: 36

Apelido:
ENCOSTO
Papel:
Usuário
Registrado em:
23/07/2011, 05:02
Comentários: 5409
Tópicos criados: 706
País:
O negocio é tomar a vachina e continuar definitivamente em casa.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 15/01/2021, 12:15
Apelido:
Judas
Papel:
Usuário
Registrado em:
17/05/2007, 11:03
Comentários: 10881
Tópicos criados: 308
País:
O argumento contra a vacina de SP é que o estudo incluiu jovens. Se por um lado receber mais carga viral leva a crer que na população em geral funciona melhor, por outro coloca em dúvida o número alegado de 100% de casos graves. Será 100% em casos graves incluindo os grupos de risco?
Ouvi mais de uma vez um argumento sobre um dos grupos testados ter apenas 7 indivíduos, foi dito isso na Jovem Pam também.
Não sei se isso foi tratado na coletiva do Butantã.
Ouvi mais de uma vez um argumento sobre um dos grupos testados ter apenas 7 indivíduos, foi dito isso na Jovem Pam também.
Não sei se isso foi tratado na coletiva do Butantã.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 15/01/2021, 13:16

Apelido:
Botanico
Papel:
Usuário
Registrado em:
25/10/2005, 22:15
Comentários: 5593
Tópicos criados: 4
País:
Pois é... As vacinas não têm garantia científica de que funcionam... Mas o grande problema é a cloroquina.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 15/01/2021, 19:02
Apelido:
Judas
Papel:
Usuário
Registrado em:
17/05/2007, 11:03
Comentários: 10881
Tópicos criados: 308
País:
O Butantã abordou os tais 7 casos.
Eles testaram 12 mil pessoas e deram placebo pra metade.
Dos 12 mil somente algumas centenas ficaram doentes.
Dos que tomaram o placebo somente 7 ficaram gravemente doentes e dos que tomaram a vacina Nenhum.
Com isso a conclusão foi a de que a vacina teve 100% de eficácia nos casos graves.
O próprio instituto Butantã alertou que isso não é conclusivo ao menos em relação aos casos graves.
Aqui a matéria original do UOL já com a atualização sobre os apenas 7 pacientes com placebo terem adoecido gravemente.
https://gizmodo.uol.com.br/coronavac-taxa-de-eficacia/
Atualização em 12/01/2020, às 14:24:
Conforme confirmado na coletiva de imprensa que ocorreu nesta terça-feira (12), a porcentagem da eficácia global é de 50,38%, com eficácia de 77,96% nos casos leves. O Instituto Butantan ainda apresentou 100% de eficácia nos casos moderados a graves, mas o baixo número de pacientes neste caso (apenas 7, todos no grupo placebo) ainda torna essa dado inconclusivo.
Segundo Ricardo Palácios, diretor médico de pesquisa clínica do Instituto Butantan, o efeito da vacina deve quebrar a pirâmide de escala de progressão dos casos, para que se evite ao máximo os casos graves que possam levar a hospitalização para um cenário que existam assintomáticos, muito leves a leves.
Abaixo, o texto originalmente publicado:
Duas pessoas que tiveram acesso ao estudo da CoronaVac disseram ao site UOL que, a eficácia geral da vacina Coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, está abaixo de 60%, mas acima de 50%, conforme exigido pela Anvisa para aprovação do imunizante.
E a tal eficácia de 78% em casos leves e 100% em moderados e graves? É referente à eficácia clínica, não à geral. A eficácia clínica aponta o índice de prevenção da doença em pacientes com casos leves, moderados e graves de COVID-19; já a eficácia geral leva em conta todos os casos, incluindo os assintomáticos e ainda mais leves.
A eficácia geral é o padrão neste tipo de estudo, como explica o infectologista Esper Kallas ao Estadão.
A OMS utiliza uma escala de de 0 (pessoa não infectada) a 10 (óbito) para identificar a gravidade de doenças. De acordo com Kallas e com a reportagem do UOL, o índice de eficácia clínica, revelado pelo governo do estado de São Paulo, só considera do nível 3 para cima. Já a eficácia geral leva em consideração todos os níveis.
“O que dá para dizer com os dados que temos é que a eficácia de 78% é para aqueles casos leves que precisaram de alguma intervenção médica, classificados como nível 3 na escala da Organização Mundial da Saúde, e a de 100% é para casos moderados e graves, classificados a partir do nível 4. Gostaríamos de ver os dados também para o nível 2, que são aqueles infectados que evoluíram bem em casa e não precisaram de atendimento médico, mas que não foram incluídos nessa análise”, disse Kallas ao jornal paulista.
➜ Oficial: Governo de SP diz que vacina da Coronavac tem 78% de eficácia➜ Doria promete vacinação contra COVID-19 em São Paulo para janeiro de 2021
O índice geral, de 60%, ainda é eficaz para chegar a imunidade coletiva, conforme os padrões estipulados pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Ou seja, quem tomar a vacina, e mesmo assim for contaminado, terá apenas os sintomas mais leves.
Amanhã, como afirmou o governador de São Paulo João Dória (PSDB), em entrevista à rádio CBN, a partir do 12h45 (horário de Brasília), será anunciado o índice de eficácia geral em uma coletiva de imprensa. Também estarão presentes o secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn e presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas.
Na última sexta-feira (8) o Butantan realizou o pedido de uso emergencial da CoronaVac a Anvisa. Porém, o órgão pediu a submissão de novos documentos para complementar o material que havia sido enviado. Ontem, o instituto começou o envio da papelada pendente. O prazo para a Anvisa conceder ou negar o registro de emergência é de dez dias.
Eles testaram 12 mil pessoas e deram placebo pra metade.
Dos 12 mil somente algumas centenas ficaram doentes.
Dos que tomaram o placebo somente 7 ficaram gravemente doentes e dos que tomaram a vacina Nenhum.
Com isso a conclusão foi a de que a vacina teve 100% de eficácia nos casos graves.
O próprio instituto Butantã alertou que isso não é conclusivo ao menos em relação aos casos graves.
Aqui a matéria original do UOL já com a atualização sobre os apenas 7 pacientes com placebo terem adoecido gravemente.
https://gizmodo.uol.com.br/coronavac-taxa-de-eficacia/
Atualização em 12/01/2020, às 14:24:
Conforme confirmado na coletiva de imprensa que ocorreu nesta terça-feira (12), a porcentagem da eficácia global é de 50,38%, com eficácia de 77,96% nos casos leves. O Instituto Butantan ainda apresentou 100% de eficácia nos casos moderados a graves, mas o baixo número de pacientes neste caso (apenas 7, todos no grupo placebo) ainda torna essa dado inconclusivo.
Segundo Ricardo Palácios, diretor médico de pesquisa clínica do Instituto Butantan, o efeito da vacina deve quebrar a pirâmide de escala de progressão dos casos, para que se evite ao máximo os casos graves que possam levar a hospitalização para um cenário que existam assintomáticos, muito leves a leves.
Abaixo, o texto originalmente publicado:
Duas pessoas que tiveram acesso ao estudo da CoronaVac disseram ao site UOL que, a eficácia geral da vacina Coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, está abaixo de 60%, mas acima de 50%, conforme exigido pela Anvisa para aprovação do imunizante.
E a tal eficácia de 78% em casos leves e 100% em moderados e graves? É referente à eficácia clínica, não à geral. A eficácia clínica aponta o índice de prevenção da doença em pacientes com casos leves, moderados e graves de COVID-19; já a eficácia geral leva em conta todos os casos, incluindo os assintomáticos e ainda mais leves.
A eficácia geral é o padrão neste tipo de estudo, como explica o infectologista Esper Kallas ao Estadão.
A OMS utiliza uma escala de de 0 (pessoa não infectada) a 10 (óbito) para identificar a gravidade de doenças. De acordo com Kallas e com a reportagem do UOL, o índice de eficácia clínica, revelado pelo governo do estado de São Paulo, só considera do nível 3 para cima. Já a eficácia geral leva em consideração todos os níveis.
“O que dá para dizer com os dados que temos é que a eficácia de 78% é para aqueles casos leves que precisaram de alguma intervenção médica, classificados como nível 3 na escala da Organização Mundial da Saúde, e a de 100% é para casos moderados e graves, classificados a partir do nível 4. Gostaríamos de ver os dados também para o nível 2, que são aqueles infectados que evoluíram bem em casa e não precisaram de atendimento médico, mas que não foram incluídos nessa análise”, disse Kallas ao jornal paulista.
➜ Oficial: Governo de SP diz que vacina da Coronavac tem 78% de eficácia➜ Doria promete vacinação contra COVID-19 em São Paulo para janeiro de 2021
O índice geral, de 60%, ainda é eficaz para chegar a imunidade coletiva, conforme os padrões estipulados pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Ou seja, quem tomar a vacina, e mesmo assim for contaminado, terá apenas os sintomas mais leves.
Amanhã, como afirmou o governador de São Paulo João Dória (PSDB), em entrevista à rádio CBN, a partir do 12h45 (horário de Brasília), será anunciado o índice de eficácia geral em uma coletiva de imprensa. Também estarão presentes o secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn e presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas.
Na última sexta-feira (8) o Butantan realizou o pedido de uso emergencial da CoronaVac a Anvisa. Porém, o órgão pediu a submissão de novos documentos para complementar o material que havia sido enviado. Ontem, o instituto começou o envio da papelada pendente. O prazo para a Anvisa conceder ou negar o registro de emergência é de dez dias.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 15/01/2021, 19:30

Apelido:
Percival
Papel:
Usuário
Registrado em:
12/09/2012, 04:40
Comentários: 19233
Tópicos criados: 638
País:
O problema da cloroquina e da invermectina é que pelo que li são usadas para tratamento específico receitado para alguns casos. Só que o pessoal vai compra usa e toma e não quer se prevenir mais acha que tomou não vai pegar a doença. Ainda mais que temos um histórico de descuido com higiene. Aí quebra tudo.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 16/01/2021, 04:48

Apelido:
ENCOSTO
Papel:
Usuário
Registrado em:
23/07/2011, 05:02
Comentários: 5409
Tópicos criados: 706
País:
Vacina até 2021 é algo muito difícil de acontecer, diz Atila Iamarino
https://exame.com/ciencia/vacina-ate-2021-e-algo-muito-dificil-de-acontecer-diz-atila-iamarino/
https://exame.com/ciencia/vacina-ate-2021-e-algo-muito-dificil-de-acontecer-diz-atila-iamarino/
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 18/01/2021, 06:17