
Antigo Religião é Veneno
O último prego no caixão do mito do Lula "milagreiro sócio-econômico"
Autor: Huxley | Categoria: Ceticismo | Exibições: 643 Comentários: 49

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Percival
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Criaturo é como Lula uma ideia.
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Data da postagem: 22/09/2020, 20:02

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Fernando_Silva
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CRIATURO;c-41005Fernando_Silva;c-41003CRIATURO;c-40984e defraudar o pais depreciando empresas estatais lucrativas só para entrega-la a preço de banana para amigos e pagadores de propinas?
As empresas de telecomunicação eram uma bosta. Melhoraram MUITO depois de privatizadas.
Minha empresa fornecia para várias estatais. Algumas estavam nos devendo. E eram todas uns cabides de emprego. Foi só privatizar e começaram as demissões em massa dos parasitas sustentados pelos nossos impostos. E nos pagaram o que deviam.
As poucas que não davam prejuízo mal e mal davam algum lucro. Sem falar na corrupção e nas negociatas tipo "Se votar no meu projeto, te dou a presidência da empresa Tal".
Quanto ao preço de venda, quem decidiu foi o mercado. Levou quem pagou mais.
e como ficaria sua empresa sem existência destas estatais???
Continuou fornecendo, só que agora para as empresas privatizadas.
As encomendas aumentaram porque elas se expandiram e - importante - passaram a pagar em dia.
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Data da postagem: 23/09/2020, 08:15

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Senhor
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Copiando a dona Nena,
Kapasi ki Kituro penci accim mesmi i a zenti axa ke li tá de saca.
Kapasi ki Kituro penci accim mesmi i a zenti axa ke li tá de saca.
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Data da postagem: 23/09/2020, 17:32

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criaturo
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Eu e o povo,
o c nu ta errado totalmente
Senhor;c-41048Copiando a dona Nena,
Kapasi ki Kituro penci accim mesmi i a zenti axa ke li tá de saca.
o c nu ta errado totalmente
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Data da postagem: 23/09/2020, 19:58

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Fernando_Silva
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A geração que nasceu com a posse do Lula está chegando ao mercado de trabalho.
Não entende o que lê, mal conhece as 4 operações e exige direitos sem ter deveres.
Não há futuro para este país.
https://youtu.be/MxZQEOpMqeI
Não entende o que lê, mal conhece as 4 operações e exige direitos sem ter deveres.
Não há futuro para este país.
https://youtu.be/MxZQEOpMqeI
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Data da postagem: 14/10/2020, 08:57

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Percival
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Explica muita coisa.
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Data da postagem: 14/10/2020, 11:05
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Judas
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Abri tópico mas é bom que conste por aqui
https://www.youtube.com/watch?v=lNl6eL2d8Y0&feature=emb_title
https://www.youtube.com/watch?v=lNl6eL2d8Y0&feature=emb_title
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Data da postagem: 11/01/2021, 18:48
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Judas
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Termo usado nos noticiários que assisto sobre política e que normalmente se refere à esquerda de lá.
Gaslighting
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Ingrid Bergman no filme Gaslight de 1944
Gaslighting ou gas-lighting[1] é uma forma de abuso psicológico no qual informações são distorcidas, seletivamente omitidas para favorecer o abusador ou simplesmente inventadas com a intenção de fazer a vítima duvidar de sua própria memória, percepção e sanidade.[2] Casos de gaslighting podem variar da simples negação por parte do agressor de que incidentes abusivos anteriores já ocorreram, até a realização de eventos bizarros pelo abusador com a intenção de desorientar a vítima.
O termo deve a sua origem à peça teatral Gas Light e às suas adaptações para o cinema, quando então a palavra popularizou-se. O termo também tem sido utilizado na literatura clínica.[3][4]
Índice
1 Origem do termo
2 Exemplos clínicos
2.1 Introjeção
2.2 Resistência
3 Nos meios de comunicação
4 Ver também
5 Referências
5.1 Leitura adicional
6 Ligações externas
Origem do termo
A peça teatral Gas Light de 1938 e suas adaptações para o cinema, lançadas em 1940 e 1944, motivaram a origem do termo por causa da manipulação psicológica sistemática utilizada pelo personagem principal contra uma vítima. O enredo diz respeito a um marido que tenta convencer sua esposa e outras pessoas de que ela é louca, manipulando pequenos elementos de seu ambiente e, posteriormente, insistindo que ela está errada ou que se lembra de coisas incorretamente quando ela aponta tais mudanças. O título original decorre do escurecimento das luzes alimentadas por gás na casa do casal, que aconteceu quando o marido estava usando as luzes no sótão, enquanto busca um tesouro escondido. A esposa percebe com precisão o escurecimento das luzes e discute o fenômeno, mas o marido insiste que ela está apenas imaginando uma mudança no nível de iluminação. O termo "Gaslighting" é utilizado desde 1960 para descrever a manipulação do sentido de realidade de alguém.[5]
Exemplos clínicos
A psicóloga Martha Stout afirma que sociopatas frequentemente usam táticas de gaslighting. Os sociopatas consistentemente transgridem os costumes sociais, descumprem as leis e exploram os outros, mas geralmente também são mentirosos, charmosos e convincentes ao negar as irregularidades que praticam. Assim, algumas pessoas que foram vítimas de sociopatas podem duvidar de suas próprias percepções.[6] Jacobson e Gottman relatam que alguns cônjuges que cometem abusos físicos podem praticar gaslighting em seus parceiros, mesmo ao negar enfaticamente que tenham sido violentos.[4]
Os psicólogos Gertrude Gass e William C. Nichols usam o termo gaslighting para descrever uma dinâmica observada em alguns casos de infidelidade conjugal: "Os terapeutas podem contribuir para o sofrimento da vítima ao tachar reações da mulher [...] Os comportamentos de gaslighting do marido provêm uma receita para o chamado "ataque de nervos" para algumas mulheres e o suicídio em algumas das piores situações."[7] Gaslighting também pode ocorrer em relações entre pais e filhos, sendo que os pais, a criança ou ambos tentam minar as percepções uns dos outros.[8]
Além disso, gaslighting também foi observado entre pacientes e funcionários de unidades de internamento psiquiátrico.[9] Algumas das condutas de Sigmund Freud têm sido caracterizadas como gaslighting. Em relação ao caso de Sergei Pankejeff, apelidado de "Wolf Man", devido ao seu sonho com lobos que ele discutiu amplamente com Freud, Dorpat escreveu: "Freud trouxe pressão implacável sobre o Wolfman para aceitar e confirmar as reconstruções e formulações de Freud."[3]
Introjeção
No influente artigo de 1981 chamado Some Clinical Consequences of Introjection: Gaslighting, Calef e Weinshel argumentam que gaslighting envolve a projeção e introjeção de conflitos psíquicos do agressor com a vítima: "essa imposição é baseada em um tipo muito especial de 'transferência' ... de conflitos mentais potencialmente dolorosos."[10]
Os autores exploram uma variedade de razões pelas quais as vítimas podem ter "uma tendência a incorporar e assimilar o que os outros exteriorizam e projetam nelas" e concluem que gaslighting pode ser "uma configuração muito complexa e altamente estruturada que engloba contribuições de muitos elementos do aparelho psíquico."[10]
Resistência
No que diz respeito às mulheres em particular, a psicóloga Hilde Lindemann argumenta enfaticamente que, nesses casos, a capacidade da vítima de resistir à manipulação depende de "sua capacidade de confiar em seus próprios julgamentos."[11] A criação de versões alternativas dos fatos pode ajudar a vítima a readquirir "níveis normais de livre-arbítrio."[11]
Nos meios de comunicação
O álbum Two Against Nature de 2000, da banda Steely Dan, inclui uma canção intitulada "Gaslighting Abbie". Os músicos Walter Becker e Donald Fagen explicaram em uma entrevista que o título refere-se ao conceito de gaslighting como abuso mental. Eles passaram a discutir como o termo refere-se ao filme Gaslight de 1944.[12]
Gaslighting
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Ingrid Bergman no filme Gaslight de 1944
Gaslighting ou gas-lighting[1] é uma forma de abuso psicológico no qual informações são distorcidas, seletivamente omitidas para favorecer o abusador ou simplesmente inventadas com a intenção de fazer a vítima duvidar de sua própria memória, percepção e sanidade.[2] Casos de gaslighting podem variar da simples negação por parte do agressor de que incidentes abusivos anteriores já ocorreram, até a realização de eventos bizarros pelo abusador com a intenção de desorientar a vítima.
O termo deve a sua origem à peça teatral Gas Light e às suas adaptações para o cinema, quando então a palavra popularizou-se. O termo também tem sido utilizado na literatura clínica.[3][4]
Índice
1 Origem do termo
2 Exemplos clínicos
2.1 Introjeção
2.2 Resistência
3 Nos meios de comunicação
4 Ver também
5 Referências
5.1 Leitura adicional
6 Ligações externas
Origem do termo
A peça teatral Gas Light de 1938 e suas adaptações para o cinema, lançadas em 1940 e 1944, motivaram a origem do termo por causa da manipulação psicológica sistemática utilizada pelo personagem principal contra uma vítima. O enredo diz respeito a um marido que tenta convencer sua esposa e outras pessoas de que ela é louca, manipulando pequenos elementos de seu ambiente e, posteriormente, insistindo que ela está errada ou que se lembra de coisas incorretamente quando ela aponta tais mudanças. O título original decorre do escurecimento das luzes alimentadas por gás na casa do casal, que aconteceu quando o marido estava usando as luzes no sótão, enquanto busca um tesouro escondido. A esposa percebe com precisão o escurecimento das luzes e discute o fenômeno, mas o marido insiste que ela está apenas imaginando uma mudança no nível de iluminação. O termo "Gaslighting" é utilizado desde 1960 para descrever a manipulação do sentido de realidade de alguém.[5]
Exemplos clínicos
A psicóloga Martha Stout afirma que sociopatas frequentemente usam táticas de gaslighting. Os sociopatas consistentemente transgridem os costumes sociais, descumprem as leis e exploram os outros, mas geralmente também são mentirosos, charmosos e convincentes ao negar as irregularidades que praticam. Assim, algumas pessoas que foram vítimas de sociopatas podem duvidar de suas próprias percepções.[6] Jacobson e Gottman relatam que alguns cônjuges que cometem abusos físicos podem praticar gaslighting em seus parceiros, mesmo ao negar enfaticamente que tenham sido violentos.[4]
Os psicólogos Gertrude Gass e William C. Nichols usam o termo gaslighting para descrever uma dinâmica observada em alguns casos de infidelidade conjugal: "Os terapeutas podem contribuir para o sofrimento da vítima ao tachar reações da mulher [...] Os comportamentos de gaslighting do marido provêm uma receita para o chamado "ataque de nervos" para algumas mulheres e o suicídio em algumas das piores situações."[7] Gaslighting também pode ocorrer em relações entre pais e filhos, sendo que os pais, a criança ou ambos tentam minar as percepções uns dos outros.[8]
Além disso, gaslighting também foi observado entre pacientes e funcionários de unidades de internamento psiquiátrico.[9] Algumas das condutas de Sigmund Freud têm sido caracterizadas como gaslighting. Em relação ao caso de Sergei Pankejeff, apelidado de "Wolf Man", devido ao seu sonho com lobos que ele discutiu amplamente com Freud, Dorpat escreveu: "Freud trouxe pressão implacável sobre o Wolfman para aceitar e confirmar as reconstruções e formulações de Freud."[3]
Introjeção
No influente artigo de 1981 chamado Some Clinical Consequences of Introjection: Gaslighting, Calef e Weinshel argumentam que gaslighting envolve a projeção e introjeção de conflitos psíquicos do agressor com a vítima: "essa imposição é baseada em um tipo muito especial de 'transferência' ... de conflitos mentais potencialmente dolorosos."[10]
Os autores exploram uma variedade de razões pelas quais as vítimas podem ter "uma tendência a incorporar e assimilar o que os outros exteriorizam e projetam nelas" e concluem que gaslighting pode ser "uma configuração muito complexa e altamente estruturada que engloba contribuições de muitos elementos do aparelho psíquico."[10]
Resistência
No que diz respeito às mulheres em particular, a psicóloga Hilde Lindemann argumenta enfaticamente que, nesses casos, a capacidade da vítima de resistir à manipulação depende de "sua capacidade de confiar em seus próprios julgamentos."[11] A criação de versões alternativas dos fatos pode ajudar a vítima a readquirir "níveis normais de livre-arbítrio."[11]
Nos meios de comunicação
O álbum Two Against Nature de 2000, da banda Steely Dan, inclui uma canção intitulada "Gaslighting Abbie". Os músicos Walter Becker e Donald Fagen explicaram em uma entrevista que o título refere-se ao conceito de gaslighting como abuso mental. Eles passaram a discutir como o termo refere-se ao filme Gaslight de 1944.[12]
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Data da postagem: 11/01/2021, 19:16

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Fernando_Silva
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País:
O PT está errado e deveria estar todo na cadeia.
O atual está errado e deveria, em grande parte, estar na cadeia.
"Acuse-os daquilo que você é"
O atual está errado e deveria, em grande parte, estar na cadeia.
"Acuse-os daquilo que você é"
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Data da postagem: 12/01/2021, 07:49