
Antigo Religião é Veneno
YouTube vai jogar vídeos controversos que não infrinjam suas regras no Limbo
Autor: Percival | Categoria: Ciência, Tecnologia e Saúde | Exibições: 950 Comentários: 56

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O YouTube continua com a faxina. As novas restrições do serviço impostas miram principalmente em conteúdos de vídeo violentos, com discursos de ódio ou outros que infrinjam seus Termos de Serviço, e em todos esses casos os vídeos ou serão removidos ou perderão sumariamente a monetização.
Só que a plataforma definitivamente não quer dar colher de chá, e mesmo os que não se enquadrarem como infratores mas forem considerados nocivos também serão fortemente reprimidos.
Através de uma postagem oficial em seu blog, o YouTube esclareceu que vídeos considerados violentos e extremistas, com discursos de ódio ou que façam apologia ao terrorismo mas que não forem considerados ilegais também não serão tolerados, mas eles não serão a princípio removidos. Tais vídeos serão identificados principalmente através de denúncias de usuários, e uma vez comprovada a infração o YouTube tomará medidas bem duras.
Tais conteúdos serão colocados em um “modo limitado”, que basicamente é o Limbo da plataforma: esses vídeos perderão a monetização, não suportarão comentários, vídeos sugeridos ou curtidas e não serão recomendados. Eles basicamente só se tornarão acessíveis através do link direto ou de uma busca bem específica, considerando que provavelmente o YouTube os jogará bem para baixo nos resultados de busca.
Outras novidades que o Google vai inserir vão desde redirecionar potenciais homens-bomba a assistir vídeos antiterrorismo a investir em novos algorimos de aprendizado de máquina para identificar vídeos infratores e uma equipe de moderadores melhor e mais rápida. Essas novas medidas entrarão em ação primeiro no YouTube para desktop e depois migrarão para dispositivos móveis e demais plataformas.
A intenção do Google aqui não é privar os usuários da liberdade de expressão, uma vez que seu conteúdo não seja considerado infrator; no entanto, se identificado como contendo discurso de ódio, de violência ou supremacistas eles deixarão de ser privilegiados e principalmente, não renderão um centavo sequer aos criadores.
No fim, o YouTube está fazendo de tudo para se tornar uma plataforma mais amigável para os anunciantes e parceiros comerciais, e quem não rezar pela sua cartilha vai perder grana e alcance, sem exceções.
Fonte: YouTube Official Blog.
http://meiobit.com/369899/youtube-novas-regras-videos-controversos-mas-legais-sem-monetizacao-comentarios-recomendacoes-e-curtidas-limbo-virtual/
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Data da postagem: 03/08/2017, 14:54

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Percival disse:
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O YouTube continua com a faxina. As novas restrições do serviço impostas miram principalmente em conteúdos de vídeo violentos, com discursos de ódio ou outros que infrinjam seus Termos de Serviço, e em todos esses casos os vídeos ou serão removidos ou perderão sumariamente a monetização.
Só que a plataforma definitivamente não quer dar colher de chá, e mesmo os que não se enquadrarem como infratores mas forem considerados nocivos também serão fortemente reprimidos.
Através de uma postagem oficial em seu blog, o YouTube esclareceu que vídeos considerados violentos e extremistas, com discursos de ódio ou que façam apologia ao terrorismo mas que não forem considerados ilegais também não serão tolerados, mas eles não serão a princípio removidos. Tais vídeos serão identificados principalmente através de denúncias de usuários, e uma vez comprovada a infração o YouTube tomará medidas bem duras.
Tais conteúdos serão colocados em um “modo limitado”, que basicamente é o Limbo da plataforma: esses vídeos perderão a monetização, não suportarão comentários, vídeos sugeridos ou curtidas e não serão recomendados. Eles basicamente só se tornarão acessíveis através do link direto ou de uma busca bem específica, considerando que provavelmente o YouTube os jogará bem para baixo nos resultados de busca.
Outras novidades que o Google vai inserir vão desde redirecionar potenciais homens-bomba a assistir vídeos antiterrorismo a investir em novos algorimos de aprendizado de máquina para identificar vídeos infratores e uma equipe de moderadores melhor e mais rápida. Essas novas medidas entrarão em ação primeiro no YouTube para desktop e depois migrarão para dispositivos móveis e demais plataformas.
A intenção do Google aqui não é privar os usuários da liberdade de expressão, uma vez que seu conteúdo não seja considerado infrator; no entanto, se identificado como contendo discurso de ódio, de violência ou supremacistas eles deixarão de ser privilegiados e principalmente, não renderão um centavo sequer aos criadores.
No fim, o YouTube está fazendo de tudo para se tornar uma plataforma mais amigável para os anunciantes e parceiros comerciais, e quem não rezar pela sua cartilha vai perder grana e alcance, sem exceções.
Fonte: YouTube Official Blog.
http://meiobit.com/369899/youtube-novas-regras-videos-controversos-mas-legais-sem-monetizacao-comentarios-recomendacoes-e-curtidas-limbo-virtual/
Isso cheira censura e o politicamente correto mandando .Espero estar errado .
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Data da postagem: 03/08/2017, 15:31

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Esse é meu medo.
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Data da postagem: 03/08/2017, 16:12

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Se não for feito com muito cuidado, a definição do que é impróprio vai depender de quem estiver no poder.
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Data da postagem: 04/08/2017, 08:38

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Fernando_Silva disse: Se não for feito com muito cuidado, a definição do que é impróprio vai depender de quem estiver no poder.
Aí é q mora o perigo .
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Data da postagem: 04/08/2017, 12:16
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A "censura" já está acontecendo. Numa cultura predominantemente esquerdista os conservadores já sofrem com as restrições na monetização que tiveram origem numa fraude perpetrada pela grande mídia, que criou uma fake news afirmando que anuncios estavam sendo exibidos em videos de neo nazistas.
O Youtube em si nem é o grande culpado disso, é inclusive uma das vitimas. A fake new realmente jogou os anunciantes contra o youtube que reagiu para tentar recuperar a receita.
Tudo isso favoreceu o Patreon, que é um site de crowdfunding ao qual os youtubers em geral estão recorrendo para financiar seus videos desmonetizados.
O problema é que o Patreon também tem uma politica própria que não se baseia nos mesmos princípios legais de liberdade de expressão da justiça americana e já há ao menos um caso de uma conservadora que teve a sua conta no Patreon fechada pela empresa.
Aqui o Dave Rubin entrevista o CEO do Patreon sobre o caso:
https://www.youtube.com/watch?v=ofpbDgCj9rw
O Youtube em si nem é o grande culpado disso, é inclusive uma das vitimas. A fake new realmente jogou os anunciantes contra o youtube que reagiu para tentar recuperar a receita.
Tudo isso favoreceu o Patreon, que é um site de crowdfunding ao qual os youtubers em geral estão recorrendo para financiar seus videos desmonetizados.
O problema é que o Patreon também tem uma politica própria que não se baseia nos mesmos princípios legais de liberdade de expressão da justiça americana e já há ao menos um caso de uma conservadora que teve a sua conta no Patreon fechada pela empresa.
Aqui o Dave Rubin entrevista o CEO do Patreon sobre o caso:
https://www.youtube.com/watch?v=ofpbDgCj9rw
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Data da postagem: 04/08/2017, 15:58
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O Sam Harris anunciou a saida dele do Patreon citando os casos de gente tendo suas plataformas negadas por essas empresas:
https://www.youtube.com/watch?v=syvI1JqQgOU
https://www.youtube.com/watch?v=syvI1JqQgOU
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Data da postagem: 04/08/2017, 16:04

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Percival
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E sem nenhuma alegação pra terem fechado?
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Data da postagem: 07/08/2017, 09:39
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Percival disse: E sem nenhuma alegação pra terem fechado?
Então a alegação contra a Lauren foi a de que ela anunciou se envolver em atos práticos que poderiam resultar em perdas de vida.
A interpretação de que isso ocorreu é no entanto politica e parte de um viés de esquerda sem provas. A principio ela ia como jornalista para reportar o evento e não como participante do ato em si, mas nem isso ocorreu porque ela já tinha desistido de ir.
Sem contar que o evento não é o que o Patreon interpreta que seja.
Ela respondeu a eles:
https://www.youtube.com/watch?v=rtImwK5TI4g
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Data da postagem: 07/08/2017, 17:34

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Percival
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O spin já começou. Seguindo a demissão de um empregado que escreveu um memorando interno criticando o culto à justiça social e diversidade dentro da empresa, a Google, através de seus poderosíssimos tentáculos, já começou a campanha para limpar seu nome em frente ao desastre de relações públicas.
Resumindo, a demissão de James Damore serve somente para confirmar aquilo que ele dizia em seu manifesto. A Google se tornou uma empresa mais preocupada em sinalizar virtude e promover diversidade do que com tecnologia, fato ecoado por empregados anônimos entrevistados por Allum Bokhari, do Breitbart Tech. Surgiu na empresa de São Francisco um ambiente de caça às bruxas, onde qualquer indício de dissentimento é lidado com rejeição e empregados conservadores muitas vezes acabam sendo demitidos por questões extra-operacionais.
Gerentes escolhem suas equipes de acordo com a sua linha de pensamento, abertamente rejeitando aqueles que vão contra o culto, mesmo que eles sejam melhor qualificados ou indicados para o trabalho, efetivamente atrapalhando o bom funcionamento da empresa.
Segundo esses relatos, muitos dos novos empregados passam o dia fazendo ativismo sobre justiça social – resultando em coisas como os doodles da homepage do Google retratando personalidades e acontecimentos obscuros, com o objetivo de promover a diversidade. E pior – a gerência sênior parece querer cada vez mais pessoas com esse perfil.
Hoje de manhã, a assessoria de imprensa disfarçada de imprensa especializada já começou a trabalhar no estrago – com sites amigos como o The Verge publicando para todos o memorando interno do CEO Sundar Pichai sobre o episódio, e a odiosa, odiosa mesmo, Newsweek ligando James Damore à “Alt-Right”,menosprezando a reação da internet à sua demissão.
Os últimos anos viram diversos escândalos envolvendo a empresa e seus produtos, desde a manipulação de resultados de busca à perseguição de conteúdo político contrário no Youtube. Seja lá qual for o seu background ou nacionalidade, se você pensa um pouquinho diferente dos mais intensos ativistas de justiça social, a Google não o quer, nem nos seus escritórios, nem nos seus serviços.
Serviços esses que são cada vez mais difíceis de escapar. Enquanto a hegemonia da busca pode ser combatido por excelentes alternativas como o DuckDuckGo (que eu adotei) ou o mais falho Bing, serviços como o AdSense – que você, caso tenha desativado seu AdBlocker no Loly, está vendo nesta exata página – parecem inescapáveis, prendendo uma geração inteira de produtores de conteúdo à linha de pensamento dos empregados que nos forneceram esse shit-show todo.
James Damore foi só mais um sacrifício no altar do culto à diversidade, negado de oportunidade pela fé cega numa bandeira propagada por agentes políticos travestida de virtude. Uma ideologia que nega espaço e muitas vezes humanidade a seus detratores, aceitando sentar somente sozinha no trono da hegemonia cultural.
Uma ideologia que agora tem a Google como a sua maior garota-propaganda.
http://loly.systems/2017/08/google-mostra-sua-verdadeira-face/
Resumindo, a demissão de James Damore serve somente para confirmar aquilo que ele dizia em seu manifesto. A Google se tornou uma empresa mais preocupada em sinalizar virtude e promover diversidade do que com tecnologia, fato ecoado por empregados anônimos entrevistados por Allum Bokhari, do Breitbart Tech. Surgiu na empresa de São Francisco um ambiente de caça às bruxas, onde qualquer indício de dissentimento é lidado com rejeição e empregados conservadores muitas vezes acabam sendo demitidos por questões extra-operacionais.
Gerentes escolhem suas equipes de acordo com a sua linha de pensamento, abertamente rejeitando aqueles que vão contra o culto, mesmo que eles sejam melhor qualificados ou indicados para o trabalho, efetivamente atrapalhando o bom funcionamento da empresa.
Segundo esses relatos, muitos dos novos empregados passam o dia fazendo ativismo sobre justiça social – resultando em coisas como os doodles da homepage do Google retratando personalidades e acontecimentos obscuros, com o objetivo de promover a diversidade. E pior – a gerência sênior parece querer cada vez mais pessoas com esse perfil.
Hoje de manhã, a assessoria de imprensa disfarçada de imprensa especializada já começou a trabalhar no estrago – com sites amigos como o The Verge publicando para todos o memorando interno do CEO Sundar Pichai sobre o episódio, e a odiosa, odiosa mesmo, Newsweek ligando James Damore à “Alt-Right”,menosprezando a reação da internet à sua demissão.
Os últimos anos viram diversos escândalos envolvendo a empresa e seus produtos, desde a manipulação de resultados de busca à perseguição de conteúdo político contrário no Youtube. Seja lá qual for o seu background ou nacionalidade, se você pensa um pouquinho diferente dos mais intensos ativistas de justiça social, a Google não o quer, nem nos seus escritórios, nem nos seus serviços.
Serviços esses que são cada vez mais difíceis de escapar. Enquanto a hegemonia da busca pode ser combatido por excelentes alternativas como o DuckDuckGo (que eu adotei) ou o mais falho Bing, serviços como o AdSense – que você, caso tenha desativado seu AdBlocker no Loly, está vendo nesta exata página – parecem inescapáveis, prendendo uma geração inteira de produtores de conteúdo à linha de pensamento dos empregados que nos forneceram esse shit-show todo.
James Damore foi só mais um sacrifício no altar do culto à diversidade, negado de oportunidade pela fé cega numa bandeira propagada por agentes políticos travestida de virtude. Uma ideologia que nega espaço e muitas vezes humanidade a seus detratores, aceitando sentar somente sozinha no trono da hegemonia cultural.
Uma ideologia que agora tem a Google como a sua maior garota-propaganda.
http://loly.systems/2017/08/google-mostra-sua-verdadeira-face/
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Data da postagem: 08/08/2017, 11:01
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Essa noticia do Google caiu na comunidade feito uma bomba. Todo mundo está repercutindo, inclusive no Brasil.
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Data da postagem: 08/08/2017, 15:33